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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Beijo pra que te quero... Feliz dia do beijo!




Ah, o beijo.

O beijo aquece, enlouquece, estremece, mas deixando as rimas pobres de lado, o que tenho a dizer é que o beijo é base fundamental do amor, do sexo, da expressão de desejo. É demonstração de afeto, respeito e gratidão.

Tenho ouvido, com certa frequência, pessoas reclamarem da mudança do beijo na relação. Aquele beijo que arrepiava os pelos do corpo passou a ser um simples selinho. Nada contra o selinho, acho super válido, mas não dá pra ser somente ele.

Não tenha preguiça de beijar, se entregue a esse momento. Não deixe que a rotina, a correria e a loucura da vida te tire a vontade de beijar de verdade.
Um beijo bem dado vale mais do que muitas preliminares preguiçosas. Um beijo bom é o começo da vontade de um pouco mais.

O beijo pode ser suave, voraz, molhado, mas nunca censurado. O beijo é um excelente remédio para o ânimo. Quem não se anima depois de um beijão?
Hoje, dia 13 de Abril é Dia do Beijo, mas ontem também foi e amanhã também o será.

Porque beijar é bom demais, de manhã, à tarde, à noite e de madrugada, no silêncio ou na balada. 

Se seu parceiro não está te beijando direito, mostre a ele como se faz, tenho certeza que ele não vai ser arrepender, nem você!

Mais uma coisa a dizer, não fale, beije e beije muito! (Don´t talk Just Kiss) 



Andréa Cristina Figueira



Fonte do beijo: Eu e o maridão

sábado, 22 de agosto de 2015

Carpe Diem na 25 de Março



Moro em Campinas, mas eventualmente vou à São Paulo. Outro dia fui a uma comemoração de um casamento, sim, comemoração, porque o casamento de fato aconteceu no dia anterior, e de uma maneira bem descolada os noivos celebravam “the day after” com os amigos, regado à Margherita e rock do bom, num Bar em Higienópolis.

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Na 25 de Março
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Dormi em São Paulo com o plano de retornar na manhã da segunda-feira, mas, flexível que sou, resolvi ficar por lá num clima de Carpe Diem... controvérsias à parte, fui parar na 25 de Março, reduto do consumo barato que particularmente odeio. Peguei o metrô e desci na Ladeira Porto Geral, a cena foi chocante, aquilo mais parecia a Serra Pelada, assustada e atormentada com o mundaréu de gente, me refugiei na primeira loja que vi, mais para escapar da gentarada do que interessada nos produtos. Fora da loja, na esquina, havia um homem com um microfone vendendo (pasmem) nada mais do que... cabelo! Nos 15 minutos que fiquei dentro da loja refletindo se passeava por lá ou pegava o metrô de volta, ouvi esse homem gritar: - “Cabeeelo”... “Cabeeelo”... “Cabeeelo”... umas 264 intermitentes vezes...

Respirei, fiz OM três vezes e fui pra selva, entrei na Armarinhos Fernando, mas percebi que era necessário um manual de sobrevivência para ali permanecer, saí. Na esperança de encontrar uma pia, pois tenho T.O.C. de lavar as mãos quando estou fora de casa, principalmente andando de metrô, separando dinheiro, mexendo em mercadorias... fui atrás de um banheiro, entrei numa galeria e achei um Oásis no meio da 25, uma lojinha bacana, com produtos de bom gosto, bem decorada, comprei algumas coisinhas e me dei por satisfeita. Fui para o metrô e para o Carpe Diem ser completo, andei uma estação e desci na Luz.


Andando de metrô
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São Paulo tem o poder de fertilizar minha imaginação, são milhões de pessoas em poucos metros quadrados e pra cada um que olho, penso numa história diferente... achei um rapaz careca com uma barba enorme, eu, ainda sob o efeito do mantra da 25, quase gritei pra ele: “Cabeeelo”, mas o que me deixou intrigada foi que o bigode dele deixaria Nietzsche chocado, era lindo, com curvas perfeitas e rococó nas pontas (tipo Dalí) certamente eu estava diante de um fã de bigodes, ele carregava uma sacola de pano com estampas moustaches, até tentei discretamente clicar o instante (foto abaixo).

Noto também uma mulher com sobrancelha pintada, me lembrei da minha tia, que nasceu sem seus supercílios, mas com muito cabelo... ela também pinta a moldura de cima dos olhos todos os dias pela manhã. Trabalheira...

No caminho até meu próximo destino, a José Paulino, uma moça abria uma jaca e a parcelava em vários pratinhos de isopor cobertos com Magipac, o cheiro da jaca inundou todo o meu ser e o quarteirão... não gosto de jaca!



Na José Paulino
A José Paulino estava bem mais tranquila, achei um bistrô (o da Sara) para almoçar, depois dei uma voltinha e cansada, as 16h00, voltei para a estação da Luz, embarcando no metrô antes do pico, logo consegui sentar num assento bem quentinho do passageiro anterior. Diante de mim, de pé, um moço com fone de ouvidos cantava um samba e de sua boca voavam vários perdigotos... Carpe Diem... não hesitei, saquei de uma sacola o guarda-chuva rosa que comprei pra Luisa e o abri para me proteger das gotículas... bom, essa parte eu inventei, isso não aconteceu de fato!

Cheguei na estação Sumaré pra pegar o Fretado do meu primo. O Sr. Libanio, motorista, me conduziria até a esquina de casa em Campinas. Escrevi este texto na viagem de volta, num caderninho que sempre carrego na bolsa para anotar alguma ideia maluca que porventura apareça.

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Serviço:

25 de Março End.: Rua Vinte e Cinco de Março, s/nº – Mercado – Centro – São Paulo.

Galeria Pagé End.: Rua Comendador Affonso Kherlakian, 79 – Mercado – Centro – São Paulo.Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 7h às 18h. Sábados, das 7h às 16h. Domingos, das 8h às 13h. www.galeriapage.com.br

Armarinhos Fernando End.: Rua Vinte e Cinco de Março, 864/872 – Mercado – Centro – São Paulo. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 7h às 19h. Sábados, das 7h às 16h. Domingos, das 9h às 14h. Tel.: (11) 3325-0400. www.armarinhos-fernando.com.br

Bistrô da Sara - https://www.facebook.com/bistrodasara
Bom Retiro - Rua da Graça, 32 São Paulo - SP - Tel. 11 3362-1725


Fretado Campinas São Paulo
www.fretadocampinassaopaulo.com.br


E se quiser ler mais aventuras:
Redação sobre as Férias
Um passeio no Jardim Botânico Plantarum em Nova Odessa

Fernanda M Carracedo

terça-feira, 30 de junho de 2015

A certeza de que é amor




Eu nunca achei que casamento fosse algo ruim. Enquanto a maioria dos meus amigos dizia que queria se casar mais tarde, depois dos trinta, eu me amarrei logo aos vinte e três. Casei na intenção de cumprir o "até que a morte nos separe", e sempre fui contra o divórcio. Achava (e continuo achando) que muitos casais terminam seus casamentos por simples falta de perseverança. O que eu não imaginava é que minha perseverança não me seria muito útil para manter o meu.


Para encurtar uma história que está aqui apenas de passagem, depois de onze anos estava divorciado, sem filhos. Alguns erros ao longo do caminho acabaram causando a morte prematura do amor. E não tenho medo de dizer aqui que amor morre sim, se você deixar. Como tudo em nossas vidas, as versões terrenas dos atributos de Deus são todas perecíveis, e dependem de nosso cuidado constante para sobreviver. O amor divino é perfeito e infinito, mas o nosso não.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

De olhos fechados - Dia dos Namorados!


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Fecho os olhos para imaginar o seu melhor.


Enxergamos mais claramente quando nos perdemos na imaginação.


De olhos fechados te vejo como um todo. Rosto, pernas, braços, olhos,
coração. Boca, beijo, sexo, tesão.


O dia a dia e a correria nos afastam dos sentidos.


De olhos fechados vejo quem você é e como você me faz sentir.


Entrego-me ao momento, me sinto leve e deixo fluir.


Esqueço o mundo, me encontro aqui. Perdida em seus braços, me sinto, me acho, te abraço, amasso.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Dia dos namorados às avessas


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Eu e César invertemos a Ordem, fizemos uma Desordem, vai vendo:


Nos conhecemos e casamos no prazo de 6 meses, nesse período ele morava em São Paulo e eu em Campinas, nos víamos somente nos finais de semana por conta de nossas atribuições profissionais.


Uns dias antes de casarmos, sentados num restaurante, peguei o calendário da contra capa do talões de cheques (sim, usávamos cheques para pagar contas) e contei quantos dias estaríamos nos vendo pessoalmente (não, não tínhamos Skype ou Smartphone com câmera), foram 31 dias... e, numa corrida galopante rumo ao altar, só tínhamos nos encontrado 31 dias.

sábado, 30 de maio de 2015

Sua idade cronológica realmente importa?



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Não importa sua idade cronológica. O que vale é como você se sente por dentro.


Conheço muito casal jovem que parece ter saído do asilo e casais bem velhinhos que parecem adolescentes baladeiros.


Devemos buscar o que nos traz felicidade e nos completa.


Eu sou meio moleca, pulo quando estou feliz. Meu marido, Bruno, rola no chão com as crianças.  E sobre nossos gostos, somos ecléticos. Curtimos cerveja, vinho, balada, barzinho, cinema, seriado no sofá de casa, boteco e restaurante legal.


O que vale mesmo é não ficar parado lembrando o tempo de namoro, onde se faziam mil coisas que hoje não fazem mais. O comodismo é um destruidor de relacionamentos e de autoestima também. Quem vive de passado é museu! Adoro visitar museus, mas isso é outro assunto.


É claro que se você tem filhos a coisa fica diferente, mas não precisa ser chata.


Pequenos passeios podem trazer grande alegria!


Dia desses estava numa livraria com meu marido e me deparei com vários livrinhos do “Amar é”*. Retornei à adolescência em segundos e queria levar a coleção inteira pra casa. O Bruno riu de mim, mas logo estava com um livro do Star Wars nas mãos, vi nitidamente sua cara de criança feliz.


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Tínhamos a intenção de pegarmos um cinema, infelizmente perdemos a sessão. Voltamos para casa, abrimos um vinho e um pacote de batatas fritas e assistimos muitos episódios de um seriado que gostamos.


E nossos filhos? Ah, estavam com a super avó. Aproveitamos o vale night.


Portanto nada de se acomodar com a rotina. Arrume um jeito de fazer o que gosta com quem gosta.


Isso também implica num café (chopp, vinho) com amigas, cerveja com amigos.
Acho super importante cada um curtir a individualidade. Quando estamos bem conosco conseguimos ser melhores com nosso companheiro. #Ficaadica

Andréa Cristina Figueira

*Nos anos 1970, Kim Grove, cartunista da Nova Zelândia, criou as tirinhas hoje conhecidas como Amar É... Tinha álbum de figurinhas, papel de carta. As meninas amavam!

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terça-feira, 26 de maio de 2015

Segredo: usar a gentileza como forma de pedir desculpas!






Antes de falar da gentileza no casamento, deixo bem claro que sou “das antigas”.  O que é isto? Significa que acredito na instituição do casamento como um aprendizado, onde devemos ficar juntos até que a morte nos separe.


Apesar de fazer em novembro 20 anos de casada, minha vida matrimonial tem sonhos, diálogo, afeto, religião, companheirismo, paixão, amor, sexo (hummmmm, mas ultimamente quando as crianças estão dormindo apenas), diferenças, brigas,  discussão, sim, elas também fazem parte.


Tudo que disse é dentro do respeito, mas quando penso: “esta vez foi a pior discussão”...em seguida vem meu segredinho de gentileza!


Todos os dias à noite e de manhã quem for escovar os dentes primeiro, coloca pasta pro outro...


Aparentemente parece uma coisa simples, mas não é. Isto simboliza pra mim carinho, parceria e principalmente “te amo, apesar de estar bravo com você”!


Tem dias que estou brava, então espero até mais tarde pra dormir e ver se ele colocou pasta pra mim,  mas se ele não colocar, eu acabo desistindo e coloco.


Nestes 20 anos nunca deixei de praticar esta gentileza e meu marido também não (apesar de algumas vezes ter ficado tentada...). No fim das contas é um jeito diferente e mais fácil de pedir DESCULPAS do que olhar nos olhos dele!


Que tal você tentar?


O que? Você notou aquele elastiquinho na minha escova? É pra lembrar meu filho pra colocar o elástico no aparelho todas as noites… kkk. Mãe inventa cada uma!


Roberta Corsi é coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo 
unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Você pode colorir a vida mesmo com as adversidades?


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Para quem não me conhece bem, sou casada há 16 anos com o Bruno e tenho dois filhos: Gabriela de 11 e Gustavo de 8 anos.
O Guga nasceu com uma deficiência imunológica rara chamada Doença Granulomatosa Crônica (DGC). Explicando rapidamente, meu filho não tinha defesas para bactérias e fungos que para a maioria das pessoas seriam inofensivos.
Aos 38 dias de vida, o Gustavo foi internado com temperatura de 40ºC e com uma saliência no pescoço que lembrava caxumba. Permaneceu 30 dias na UTI até a descoberta da doença e enfim, a alta.
Saímos do hospital fragilizados, com medo do desconhecido e passamos a viver mais isolados das pessoas, imersos num mundo de álcool 70%, esterilizações constantes e menos contato com amigos e família.
Fizemos uma consulta com o médico que diagnosticou o Guga e saímos de lá num misto de tensão e hipnose.
Nosso filho tinha basicamente duas opções:
  1. Tomar antibiótico de 12x12 horas e mais um tipo de vacina caríssima 3x por semana. Evitar chuva, pisar na grama, areia, contato com pessoas doentes, etc. E, como disse o médico, ter uma vida relativamente normal


  1. Fazer um Transplante de medula óssea (TMO), que também teria duas chances: curá-lo ou matá-lo.
Nesse instante, eu e o Bruno nos olhamos e falamos quase simultaneamente que faríamos o transplante.
O pensamento foi: se há uma chance do nosso filho ter uma vida normal, é dessa chance que iremos atrás.
Ainda não tínhamos ideia do caminho que iríamos percorrer, nem das dificuldades que viriam, mas levantamos a cabeça e procuramos colocar um sorriso no rosto. Pedimos orações, rezas, energias positivas, imposições de mãos e tudo o que nossos familiares e amigos de todas as religiões poderiam fazer por nós.
Quando nos encontramos numa situação como essa não podemos negar qualquer ajuda. Precisamos ser humildes o suficiente para saber que não daremos conta do recado sozinhos. Com isso não estou dizendo para se vitimizar e achar que não dará conta de nada, muito pelo contrário, só estou dizendo que toda a ajuda é bem vinda.
A arrogância deve estar fora do seu dicionário, a paciência e a fé devem ser fortalecidas diariamente.
Outro ponto de extrema importância é que o casal deve se ajudar, amparar um ao outro. Há momentos que a balança pende para um lado e quem está mais forte deve amparar quem está em baixa.
Conheci muitos casais que se separam por conta dessas dificuldades. Não é fácil. A rotina muda, a vida fica mais complicada mas o amor deve prevalecer e ser cultivado ainda que os espinhos estejam por perto.
Voltando ao Guga, passamos a procurar um doador compatível e para a nossa sorte, a irmã dele, Gabriela, era 100% compatível.
Com 10 meses de vida o Gustavo foi submetido ao TMO. Dez dias de quimioterapia para “matar” a medula doente e preparar o corpo para a medula saudável.
Dia 23/01/2009 foi o dia “D”. Gabriela doou a medula ao irmão e eu passei a noite andando de um lado para o outro. Meus filhos estavam internados em extremos opostos do corredor daquele andar do hospital. O Bruno dormiu com o Guga e eu com a Gabi.
Minha filha morou 7 meses na casa da minha cunhada em Campinas enquanto eu, Bruno e Guga moramos boa parte do tempo em um hospital e outra num quitinete em São Paulo. Via minha filha poucas horas nos finais de semana.
Foram muitas idas e vindas de São Paulo para Campinas, algumas altas que duraram menos que dois dias até que as coisas foram voltando, vagarosamente, ao normal.
Hoje o acompanhamento é anual. O Guga foi o primeiro caso de cura dessa doença no Brasil, mas não é mais o único.
Tivemos a nosso favor: família unida e maravilhosa, doador compatível, médicos e enfermeiros presentes e muito otimismo para lidar com as adversidades.
Em meio a essa situação também lidávamos com a internação da avó do Bruno, a descoberta de um câncer de estômago no meu pai, uma hemorragia severa em uma tia-mãe que quase foi a óbito.
Não foi fácil. A vida é complicada, mas precisamos de um olhar mais simples para as coisas, devemos valorizar menos os bens materiais e mais a nossa saúde, as brincadeiras com as crianças, o sexo com quem amamos, a amizade sincera, a família.
Tudo é possível. As coisas acontecerão de qualquer maneira, querendo você ou não. Procure o melhor dentro do seu dia a dia.
Dia desses fui a uma festa de imunodeficientes em São Paulo e chorei ao ver a superação das crianças, adolescentes e adultos perante essas doenças que vem sem aviso.
Fui para dar testemunho da cura do meu filho mas o que testemunhei foi a força e a garra dessas pessoas que lutam para se manter vivos e com dignidade.
Vou partilhar um vídeo muito particular de minha família, que mostra um pouco da nossa experiência. As adversidades acontecem, mas não podemos deixar que elas escureçam nosso modo de ver a vida. 

"Coloque mais cor nos seus dias e dê mais sorrisos às pessoas que te rodeiam."
Peço, para quem puder, que se cadastre como doador de medula óssea. Minha filha tinha 3 anos quando fez a doação. Eu faço parte do cadastro de doadores e espero ansiosa para que me chamem um dia. Abaixo link do video e das informações para doação de medula óssea.


Andréa Cristina Figueira



quarta-feira, 13 de maio de 2015

A princesa e o conto - um Conto de fadas contemporâneo!









Era uma vez uma princesa linda, linda, linda, mas muito chata e triste.


Ela era a única princesa que não tinha um conto, pelo simples fato dela não ter se casado. 

Certo dia, a princesa ouve na sua varanda, uma linda canção. 

Ela foi correndo ver o que era, ela abre a cortina e vê um príncipe. 

Claro que a princesa ficou curiosa para ver se era o príncipe que faria ela ter um conto nos livros contadores. 

De repente, o príncipe, sem menos, nem mais, lhe ofereceu uma rosa e disse: - Olá, princesa! Quer se casar comigo? 

Naquele mundo, todos os príncipes tinham que pedir as princesas em casamento daquele jeito. 

A princesa foi imediatamente chamar seus pais, o rei Filaberto e a rainha Coronia. 

Foi só a princesa contar que queria se casar, que o rei e a rainha começaram a escrever os convites: "Queridos súditos, temos o prazer de convidá-los para o casamento da princesa Vanessa Limborque Dimina Canlada da Silva, com o príncipe que nós não sabemos o nome." 

Tarde da noite, a princesa foi falar com a sua mãe e perguntou: - O que eu ganho com um conto? - Você ganha um "felizes para sempre"

- Só? 

- Sim, e depois você tem que nunca falar 'não' pra nada, nem que seja para comer escaravelhos. 

- Eu vou ter que comer besouros? 

- Se o seu príncipe quiser... - Eu terei que fazer tudo o que ele bem entender e quiser que eu faça? 

- Vai.

- Então, pode ir rasgando todos os convites. Eu não caso nem à pau!!! De manhã, a princesa disse para o príncipe que ela não queria casar. 

Então, o príncipe foi embora. 

Depois de 8 anos, a princesa conheceu um cozinheiro e acabou se casando com ele, e como ele não era príncipe, ele não podia mandar na vida dela, nem ela na dele. 

Eles tiveram dois lindos filhos e duas lindas filhas. 

Aí ela percebeu que não tinha que se casar com um príncipe para ser feliz pra sempre.


Clara Nori Bonon
10 anos

* Desenho e texto reproduzido exatamente como foi escrito e idealizado pela Autora