quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mercado Mundo Mix volta a Campinas nos dias 8 e 9 de agosto






Evento reúne arte, cultura, música, dança, performances de rua, gastronomia e diversos expositores da Economia Criativa na Estação Cultura. Entrada gratuita.



​Edição de março do Mercado Mundo Mix reuniu mais de 45 mil pessoas​ na Estação Cultura, em Campinas.
Sucesso absoluto de público em seu retorno a Campinas em março deste ano, depois de uma temporada de dez anos na Europa, o Mercado Mundo Mix já tem data marcada para desembarcar mais uma vez na Estação Cultura. Nos dias 8 e 9 de agosto, mais de 150 expositores, diversos food trucks, intervenções artísticas, shows ao vivo, dj’s de renome da cena eletrônica e artistas de rua se reúnem no maior evento de Economia Criativa do País.
Como um dos destaques desta edição, as performances artísticas devem acontecer ao longo dos dois dias de evento. Serão apresentações circenses, slackline, street dance, funk, dança do ventre, cigana e árabe, apresentações teatrais e cinema ao ar livre, além de oficinas culturais, palestras e workshops de moda.



De acordo com Beto Lago, idealizador do Mercado Mundo Mix, o evento tem o intuito de transformar criatividade em resultado e, mais que isso, pensar as relações em comunidade. “Propomos um novo olhar sobre o empreendedorismo, que pede multidisciplinaridade por parte do empreendedor, atenção a novas profissões e tem a economia colaborativa como seu carro-chefe”, explica Beto Lago.

O Mundo Mix é considerado uma grande oportunidade para artesãos, designers e artistas de diversos segmentos exporem e comercializarem seus trabalhos sem o alto investimento necessário para se montar um negócio. Muitos profissionais de renome hoje no mercado deram seus primeiros passos no Mundo Mix e marcas como Chilli Beans e Cavalera surgiram lá dentro. Foi também no Mercado Mundo Mix que tendências de comportamento e novas profissões e talentos ganharam destaque. A cultura clubber, o aparecimento das primeiras raves e dos primeiros festivais de música eletrônica aconteceram em volta do Mundo Mix, que representa todo esse movimento surgido nos anos 1990 e que perdura até hoje.

Um exemplo clássico da Economia Criativa, ainda segundo Beto Lago, é a febre dos food trucks, que leva às ruas propostas de alimentação que até então só estavam disponíveis dentro de restaurantes. Para esta edição, serão mais de 30 opções de comida de rua oferecidas em trucks, bikes e chefs. “Ampliamos o horário do Mundo Mix para que as pessoas possam vir e almoçar com a família, passear, encontrar com os amigos e ter acesso à cultura popular gratuita”, finaliza o idealizador.



Com horário de funcionamento das 10h às 21h e apoio da Secretaria de Cultura de Campinas, o Mercado Mundo Mix tem entrada franca e estacionamento gratuito para mais de 2 mil carros.
Em sua última edição em Campinas, em março deste ano, o evento recebeu mais de 40 mil pessoas nos dois dias. A expectativa para esta edição é de novo recorde.



Serviço
Mercado Mundo Mix em Campinas
Data: 8 e 9 de agosto, das 10h às 21h.
Local: Estação Cultura - Praça Marechal Floriano Peixoto, s/nº
Entrada e estacionamento gratuitos


terça-feira, 21 de julho de 2015

Meme





segunda-feira, 20 de julho de 2015

Quase Morri em Morro de São Paulo



Férias de Julho, sair do frio, aproveitar uma praia, descobrir novas paisagens... bons motivos para optar por Morro de São Paulo. Resolvemos dias antes e um super agente de turismo encontrou boas opções de vôos e preços saindo de Campinas. E lá fomos nós 3 para mais uma aventura!


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Morri várias vezes em Morro
Morri de preguiça quando percebi que levaríamos o dia todo pra chegar lá, são vários meios de transporte: carro, avião, catamarã, ônibus, lancha rápida... falta mesmo só o jegue! Na ida foram 12 horas de viagem...


Morri de raiva quando chegamos na ilha e estava chovendo, sério, tive um ataque de mau humor! Quem bem me conhece sabe como fico num ataque desses, mas com decência, poupei meus entes queridos e fui dormir. No dia seguinte um sol brilhando me esbofeteou! Ufa! Nem tudo estava perdido… conversando com um nativo descobri que essa “inconstância” do tempo é muito “constante” nessa época.


Morri de medo: O nome das praias são: 1, 2, 3, 4 e 5 (isso não é nenhuma novidade), Obviedade ou preguiça Baiana? Não sei, só sei que é assim. Quanto mais nos afastamos da praia 1, mais natureza (quase) intocada encontramos, optamos por um Hotel na praia 3. Fomos conhecer as praias 4 e 5 que têm quase 10km de extensão entre mar e mangue. Pagamos um menino charreteiro para nos levar e quase morremos afogados num riozinho, a água foi até a cabeça do cavalo e a charrete totalmente inundada quase virou! Sério, tive um troço! Rimos muito desse episódio.

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Morri de rir em Gamboa quando nos lambuzamos na lama (tipo Peppa Pig), mergulhamos numa falésia cheia de argila, que, segundo consta, causa um rejuvenescimento de 20 anos, entramos na brincadeira! Luisa quase sumiu do mapa e César levou isso muito a sério! (cá pra nós, eu também).

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Morri de gula, a ilha tem muito estrangeiro, morando e visitando: argentinos, franceses, chilenos, mexicanos e italianos. Se eu comi pratos da culinária baiana? Nenhum! Provei várias massas artesanais e gelatos maravilhosos dos restaurantes italianos, que garantidamente me renderam 1 quilo a mais.


Morri de cansaço, na Ilha não entram carros, salvo alguns 4x4, mas não trafegam pelo centrinho, tudo se faz a pé! Sebo nas canelas, meus queridos… e Morro acima! Para carregar a bagagem na chegada e na saída tem a opção dos taxis, muito práticos. Outro veículo interessante é a ambulância (abaixo).

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Morri de satisfação em Boipeba, praia linda, a “cereja do bolo” da viagem, o passeio que fizemos não contribuiu muito, pois ficamos pouco tempo por lá, o suficiente para comermos o acarajé “da” Danny e nos divertimos nas areias brancas, mas valeria ficar mais.


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Morri de enjôo no retorno à Salvador a bordo do catamarã, foi o pior trecho da viagem (sem sombra de dúvidas), duas horas e meia em mar aberto e barco balançando do inferno ao céu incessantes vezes. Não restou sequer 1 pecado a ser pago (minhas dívidas foram amortizadas, todas), assim como não restou sequer resquício do café da manhã ou jantar da noite anterior no meu estômago. Há uma opção terrestre que dura 1 hora a mais, vale cada quilômetro rodado e minuto passado!


Por fim, já em solo salvadorense, morri de prazer comendo uma iguaria baiana no Kimukeka!


Pronta pra próxima!


O que levamos das viagens de férias (além de poucas malas), é muita disposição e vontade de que tudo dê certo, assim fica fácil nos abrirmos para o novo, curtirmos as pessoas que conhecemos, sentirmos que a vida também pode se renovar, sempre! Boa viagem!


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Duas indicações pra vocês:


O Super agente de turismo:
Viva a Vida Turismo - Paulo Rogério Riberto
Tel.: (35) 3541-2676
Cel.: Tim: (35) 9200-9391 / Claro: (35) 8442-2990 / Vivo: (35) 9725-8515
Email: paulo@vivaavidaturismo.com.br    


O Kimukeka em Salvador:

http://www.kimukeka.com.br/

E se quiser ler mais aventuras da família:
Carpe Diem na 25 de Março

Fernanda M Carracedo

sábado, 18 de julho de 2015

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Meme




quinta-feira, 16 de julho de 2015

Foodtruck com direito a receita: Penne com Ragu de linguiça toscana



Tem porquinho da panela!


Olá pessoal, nesse último final de semana estive com o chef Carlos Zanchim, ou mais conhecido como Carlão, e o seu fiel escudeiro Fernando Porto, no delicioso Food Truck Porcoloko.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Receita clássica e amada por adultos e crianças: Bolo de cenoura



bolo de cenoura evelin.jpg


Outro dia recebi o convite da minha amiga Andréa para uma coluna no delicioso blog Ordens e Desordens, amei, me deliciei!


Estarei aqui passando receitinhas e dicas para que nosso dia-a-dia seja ainda mais gostoso, mais prazeroso e menos penoso.


Sejam bem-vindos à cozinha do Ordens e Desordens!

Charge


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quinta-feira, 2 de julho de 2015

O Click de Alexandra




Alexandra tinha 49 anos, faltavam 05 meses para seu aniversário de 50. Os amigos do trabalho toda hora perguntavam: “- E a festa Alexandra como vai ser?”. Outros diziam: “ – Tem que comemorar com um festão a data”.

Alexandra, ouvia, esboçava um leve sorriso e pensava:  “é até que  seria bom, afinal nem festa de 15 anos eu tive”, mas aí, logo em seguida, pensava em todos os gastos extras, no marido sempre tão indiferente,  e sua  vontade já morria nesses pensamentos.

Ela vivia como muitas mulheres vivem nessa fase da vida: as rotinas da casa, as rotinas do trabalho e algumas idas ao Shopping com Aninha, sua melhor amiga desde os tempos do colégio.

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Quem Somos




Créditos das Fotos: Carolina Menezes Fotografia Social